domingo, 15 de fevereiro de 2009

Mantenha sua motivação em Alta

1. Capacidades Pessoais

Meu grande objetivo é transmitir a seguinte mensagem:

“Você tem o direito de ser feliz, de planejar a sua vida e de alcançar grandes conquistas”.

O ser humano é o maior milagre de toda a criação. Não há nada, nem ninguém mais importante sobre a face da terra do que “VOCÊ”.

Você pode, diante de Deus e de sua família, conquistar aquilo que lhe pertence.

Você conhece quais são nossos cinco sentidos? Essa pergunta é fácil. São eles: visão, audição, olfato, tato e paladar. Agora, será que você os tem utilizado nas suas plenitudes.

Experimente rapidamente fechar os olhos e tentar andar até a cozinha, ou ao quarto. Seguindo o que eu apontei no último artigo, só valorizamos algo quanto o perdemos. Pergunte a um cego se ele não sente falta de ver e contemplar as maravilhas do mundo. E quanto à audição; será que sabemos ouvir corretamente, ou escutamos sem prestar a devida atenção no nosso interlocutor?

Qualquer planejamento que você tenha em mente precisa ser avaliado e escrito:
· No campo espiritual,
· No campo pessoal,
· E no campo profissional.

Obs: Para aqueles que se interessarem tenho uma tabela sugestiva de apenas uma página. Mandem um e-mail solicitando.


Você é o arquiteto e projetista de sua vida e futuro.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Porque só damos valor a certas coisas quando as perdemos?


Já aconteceu comigo, com você e com os outros. De repente, tínhamos algo que gostávamos muito, seja um namorado/a, um emprego legal, uma casa ou um animal de estimação, ou um amigo, seja o que for ou quem; e por algum motivo perdemos esse convívio.

Toda perda consciente é entendível, porém quando perdemos alguém ou algo sem saber o real motivo, isso nos corrói por dentro, de tal forma que ficamos sem paz de espírito.

Como mudar? Não é algo fácil, é preciso deixar o tempo passar, pois quando o fato ocorre, no caso de uma briga com alguém, estamos com o coração apertado, com raiva da situação, ou seja, não conseguimos racionar com deveríamos.

E pensar com a cabeça cheia não leva a lugar nenhum. O mais adequado é buscarmos ajuda. Pode ser conversando com um parente mais próximo, algum amigo, indo à igreja, enfim, procurar um refúgio que acalente seu coração.

Passados alguns dias ou meses, conseguimos olhar para trás e explicar o que realmente aconteceu com aquela perda. Algumas vezes, você chegará à conclusão que foi a decisão mais acertada, outras, você poderá entender que deveria ter agido diferente.

O importante é termos a humildade para reconhecermos quando erramos e, nesse caso, tentar remediar. Se não, bola pra frente, pois a vida é muito curta para se desperdiçar.